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04 de junho de 2024

Saulo Santini

Rio de Mim

identidade visual e capa - marcela correa müller 

identidade audiovisual e fotos - joão fujioka 藤岡

masterização: fernando delgado - vencedor do grammy latino 2023 ( martinho da vila - ópera negra )

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Nascido em Valença e residente de Niterói a mais de vinte anos, Saulo é um compositor a espreita. Já se apresentou ao vivo em bares e teatros municipais, além de ter participado de uma cantareira que nos relembra as referências de Pop Goiaba, Arte Jovem Brasileira e Radiola na Praça. 

 

Contando com a direção musical de Ricardo Gilly, arranjador responsável pela escrita de mais de 180 partituras do Djavan que foram lidas e aprovadas pelo mesmo, Saulo realizou um show no Teatro Ziembinski e apresentou pela primeira vez um repertório autoral.

 

Em agosto de 2022 estreou nos streamings com seu primeiro álbum: "Beirada" - uma produção auto-sustentável finalizada em seu estúdio caseiro (e concebida durante o isolamento da pandemia). Algumas faixas contam com a colaboração de renomados artistas como Suely Mesquita e Rodrigo Bessa.

 

Sua música é de uma brasilidade nítida que tem a cara da carioquisse metropolitana, e, sem tirar muita onda, a sonoridade tem um carisma envolto por nuances rítmicas que se entrelaçam com algumas brisas do brazilian jazz e da world music. A latinidade e o groove da faixa "Maria ou Joana" é a prova viva dessas palavras. 

Enquanto fisioterapeuta, Saulo é mais um dos moradores de Niterói que trabalha no Rio.  O percurso de Barca pela Baía de Guanabara com suas cenas, selfies e seres inspiraram este álbum, que flutua pela identidade de um homem que observa os outros e ri de si mesmo.  “Rio de Mim” promove  um tipo de conexão bem mais humana com as cenas da cidade. A abordagem lúdica do termo “Rio de Mim” representa a inevitável risada que acomete     a pessoa que se auto-observa e que observa em si o Rio.

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Nas barcas, selfies são
tiradas como instantâneos espetáculos individuais. Ao convidar 
Marcela Müller para retratar em tinta a óleo um homem que se observa e ri de si, temos uma potencialidade em meio a cenas cotidianas que nos conectam muito mais que as telas dos meus, seus, e dos nossos celulares.

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